Equipe MATRIX desenvolve modelos de medição de propelente para IM-3

A equipe MATRIX desenvolveu modelos para janelas do MPG na IM-3 e apresentará o trabalho na AGU em dezembro de 2026.

  • A equipe MATRIX criou modelos computacionais para estimar janelas de medição do MPG na missão IM-3.
  • O MPG usa resposta acústica de tanques de propelente e já registrou leituras confiáveis na LOI e no Powered Descent.
  • A equipe usou registros da NAIF para IM-1 e IM-2 e criou algoritmo para reconstruir a trajetória da IM-3, que não é pública.
  • A massa inicial da espaçonave teve o maior efeito sobre a duração da janela de medição do MPG.
  • O trabalho incluiu briefing ao grupo de propulsão da Intuitive Machines e será apresentado na reunião anual da AGU em dezembro de 2026.

O que aconteceu

A equipe MATRIX desenvolveu modelos computacionais para estimar janelas de medição do MPG na missão IM-3.

O trabalho foi apresentado no SEES Annual Symposium e na Wisconsin Space Grant Consortium Annual Conference e será apresentado na reunião anual da AGU.

O que sabemos

O SEES Internship Program coloca estudantes do 11º e 12º ano em equipes de pesquisa voltadas a missões. O mentor do projeto é Dr. Kevin M. Crosby, da Carthage College.

O Modal Propellant Gauging (MPG) foi desenvolvido no Carthage College, em Kenosha, WI, e se baseia na resposta acústica de tanques de propelente. O método já foi usado em vários experimentos espaciais.

A equipe MATRIX concentrou-se na medição de massa de propelente em microgravidade, desenvolveu modelos para leituras confiáveis do MPG e escreveu um algoritmo de reconstrução da trajetória da IM-3.

O grupo usou fontes públicas e registros de trajetória fornecidos pela Navigation and Ancillary Information Facility (NAIF) para IM-1 e IM-2. Na IM-2, foram identificadas queimas de motor e mudanças de velocidade. A trajetória da IM-3 não é pública.

Simulações CFD estimaram a dinâmica de slosh, enquanto simulações de Monte Carlo previram estados do propelente.

O MPG está previsto para demonstração na IM-3 e tem registro de leituras confiáveis durante a LOI e o Powered Descent. A órbita do MPG é Descent Orbit Insertion. A massa inicial da espaçonave tem o maior efeito sobre a duração da janela de medição.

O trabalho foi apresentado no SEES Annual Symposium e na Wisconsin Space Grant Consortium Annual Conference, e a equipe fez um briefing ao grupo de propulsão da Intuitive Machines.

A Trinity tem pouso na Lua previsto para 2027, na região de Reiner Gamma, e foi produzida uma análise de pouso para esse local.

Por que importa

A medição de massa de propelente em microgravidade interessa a quem acompanha a indústria lunar porque o MPG apresentou leituras confiáveis na LOI e no Powered Descent.

A demonstração na IM-3, o briefing à Intuitive Machines e a análise de pouso para Reiner Gamma ligam os resultados a missões lunares.

O que vem a seguir

A demonstração do MPG está prevista para a missão IM-3.

A equipe MATRIX apresentará o trabalho na AGU Annual Meeting em dezembro de 2026, em San Francisco.

O pouso da Trinity na Lua está previsto para 2027, na região de Reiner Gamma.

O que ainda não sabemos ao certo

  • A trajetória da IM-3 não é pública.
  • A data de pouso da Trinity é informada apenas como 2027.

Fontes

  1. 1.NASA News Releases

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