Telescópio Euclid descobre primeiro cometa desconhecido

Objeto C/2026 S1 (Euclid) foi confirmado como cometa após detecção longe do Sol.

  • O Euclid descobriu e confirmou seu primeiro cometa, designado C/2026 S1 (Euclid).
  • O objeto apareceu no Euclid Deep Field North em 5 campos de visão e 16 exposições.
  • A distância informada é de 1,3 bilhão de km do Sol, equivalente a um ponto entre as órbitas de Júpiter e Saturno.
  • A resposta rápida permitiu detectar o cometa enquanto ele estava longe do Sol.
  • O C/2026 S1 (Euclid) não é candidato adequado para a Comet Interceptor, futura missão da ESA.

O que aconteceu

O telescópio espacial Euclid descobriu seu primeiro cometa. O objeto, antes desconhecido, foi confirmado como cometa e é designado C/2026 S1 (Euclid).

O que sabemos

O objeto foi designado C/2026 S1 (Euclid) e teve confirmação como cometa. Trata-se do primeiro novo cometa descoberto pelo Euclid e do primeiro cometa antes desconhecido identificado pelo telescópio.

O cometa apareceu no Euclid Deep Field North, em 5 campos de visão e 16 exposições. Ele foi descrito como um objeto ativo, liberando poeira e gás.

A distância informada é de 1.300.000.000 quilômetros, equivalente à distância do Sol até um ponto entre as órbitas de Júpiter e Saturno. A órbita é de milhares de anos, e o objeto não está no mesmo plano horizontal dos planetas.

Mikko Pöntinen, ligado à Universidade de Helsinque, desenvolveu software de detecção de objetos em movimento. O achado foi reportado ao IAU MPC como novo cometa.

O Euclid foi projetado para imagens profundas e estáveis de galáxias distantes e evita a faixa do céu rica em asteroides e cometas. A resposta rápida comprova a detecção enquanto o objeto estava longe do Sol.

O rastreamento de objetos do Sistema Solar é importante, assim como a remoção de ruído das imagens do Euclid.

O C/2026 S1 (Euclid) não é candidato adequado para a Comet Interceptor, futura missão da Agência Espacial Europeia (ESA).

O período associado ao registro é de 16 a 24 de setembro de 2026.

Por que importa

Para quem acompanha a indústria lunar, o caso importa porque mostra que um telescópio de campos profundos pode detectar objetos do Sistema Solar longe do Sol.

Também destaca o valor do rastreamento de objetos do Sistema Solar e da remoção de ruído em imagens espaciais.

Fontes

  1. 1.ESA Space Science
  2. 2.Universe Today

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