Missão Epsilon leva quase 200 experimentos à ISS

Missão Epsilon reúne quase 200 experimentos na ISS, com ultrassom autônomo, sensores fisiológicos, imagens ósseas e monitoramento de superfícies.

  • A missão Epsilon reúne quase 200 experimentos científicos e tecnológicos na ISS.
  • O EchoFinder é um ecógrafo; uma ecografia foi realizada em total autonomia com 2 astronautas, em parceria com CHU Caen e MEDES.
  • O PhysioTool realiza vigilância tecnológica com diferentes sensores fisiológicos sincronizados, com parceria de Université et CHU d'Angers, Université de Lorraine, MEDES, Artinis e Somnomedics.
  • O Cadmos pilotará diretamente certas experiências, e Toulouse é indicada como local associado ao Cadmos.
  • O MultISS observa e analisa biocontaminações de superfícies a bordo da estação, enquanto o MatISS-4 é um dispositivo passivo com dados de referência do MatISS-1.

O que aconteceu

A missão Epsilon leva quase 200 experimentos científicos e tecnológicos à ISS.

A carga útil inclui testes de ultrassom autônomo, sensores fisiológicos sincronizados, imagens da anatomia óssea e observação de biocontaminações de superfícies.

O que sabemos

A missão Epsilon reúne quase 200 experimentos científicos e tecnológicos na ISS.

Cadmos pilotará diretamente certas experiências.

Toulouse é indicada como local associado ao Cadmos.

O EchoFinder é um ecógrafo; uma ecografia foi realizada em total autonomia com 2 astronautas, em parceria com CHU Caen e MEDES.

O PhysioTool realiza vigilância tecnológica com diferentes sensores fisiológicos sincronizados; sua parceria reúne Université et CHU d'Angers, Université de Lorraine, MEDES, Artinis e Somnomedics.

O EchoBones gera imagens ecográficas da anatomia dos ossos, foi testado em solo por Sophie Adenot e tem parceria com CHU Angers, Université de Delft e Inserm.

O MultISS observa e analisa biocontaminações de superfícies a bordo da estação, com parceria de Lumetis e COMAT.

O MatISS-4 é um dispositivo passivo, com parceria de ENS Lyon e COMAT; o MatISS-1 forneceu dados de referência.

Por que importa

Os fatos mostram testes na ISS de ecografia autônoma, sensores fisiológicos sincronizados e imagens ósseas, capacidades relevantes para monitorar saúde em missões espaciais.

A observação de biocontaminações de superfícies, o dispositivo passivo e os dados de referência são relevantes para operações e materiais em ambientes espaciais.

O que vem a seguir

Cadmos pilotará diretamente certas experiências.

Fontes

  1. 1.CNES(法国国家空间研究中心)

Escrito por sistemas de IA a partir das fontes acima e verificado automaticamente; sem assinatura pessoal. Como este site funciona