Restos de Isaias viraram ciclone e castigaram Islândia
Furacão tocou a Flórida em 9 de outubro de 2026; restos viraram ciclone extratropical e castigaram a Islândia.
- Os restos do furacão Isaias se transformaram em um ciclone extratropical sobre o Atlântico Norte.
- Em 14/10/2026, o satélite NOAA-21 e o instrumento VIIRS observaram o sistema.
- Ventos de 205 km/h foram registrados no vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia.
- O ciclone durou 24 horas e teve cerca do dobro do critério de ciclogênese explosiva.
- A divulgação da imagem foi atribuída ao NASA Earth Observatory, com parcerias de NASA EOSDIS LANCE, GIBS/Worldview e JPSS.
O que aconteceu
O furacão Isaias tocou a Flórida como categoria 2 em 9 de outubro de 2026. Seus restos se tornaram um ciclone extratropical, que passou rente à Islândia e castigou o país com ventos fortes.
O que sabemos
O furacão Isaias chegou à Flórida em 9 de outubro de 2026, com status de categoria 2. O sistema deixou chuva e vento na costa do Golfo dos EUA e molhou grande parte da costa leste dos EUA.
Os restos do Isaias se desenvolveram em um ciclone extratropical e seguiram para leste sobre o Atlântico Norte. Em 14 de outubro de 2026, o satélite NOAA-21 observou o ciclone. O NOAA-21 e o instrumento VIIRS capturaram imagens do sistema.
O ciclone extratropical passou rente à Islândia e castigou o país com ventos fortes. No vulcão Eyjafjallajökull, os ventos chegaram a 205 quilômetros por hora (128 milhas por hora). Em uma pequena ilha logo ao largo da costa, chegaram a 150 quilômetros por hora (93 milhas por hora). Os ventos danosos se estenderam às áreas do norte da Islândia, onde moradores se prepararam para chuva congelada e neve.
O registro do ciclone extratropical inclui um período de 24 horas e aproximadamente o dobro do critério de ciclogênese explosiva. Também há possibilidade de um novo mínimo de pressão barométrica para outubro na Islândia; o ano do registro de pressão barométrica na Islândia é 1963.
A divulgação da imagem foi atribuída ao NASA Earth Observatory, com imagem de Michala Garrison e texto de Lindsey Doermann. A publicação cita parceria com NASA EOSDIS LANCE, GIBS/Worldview e Joint Polar Satellite System (JPSS).
Por que importa
Os fatos descrevem um evento meteorológico terrestre e uma publicação de observação da Terra. Não há fato verificado sobre missão lunar, pouso ou carga útil.
A conexão com a NASA aparece no NASA Earth Observatory e nas parcerias NASA EOSDIS LANCE, GIBS/Worldview e JPSS. Para quem acompanha a indústria lunar, o ponto verificável é esse monitoramento terrestre, não uma operação lunar.
Fontes
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